2/28/2014

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Este filme faz-nos refletir sobre a relação que temos com a tecnologia, através da história de um escritor solitário que se apaixona pelo seu sistema operativo.
Este sistema operativo, que tem voz e nome de mulher, é dotado de um desenvolvido sistema de inteligência artificial que lhe confere uma personalidade própria capaz de levar um homem a apaixonar-se e de "reproduzir", ele próprio, emoções humanas.

Dirigido por  Spike Jonze.

Tema difícil tratado com uma mestria recheada de sensibilidade.

2 comentários:

Dora disse...

Ainda não vi.

Purpurina disse...

Vale a pena. É diferente e competente ao mesmo tempo. Não me deixou a pensar muito nem me vai marcar para a vida, mas de todos os que vi, este ano, este é dos melhores.